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O meu problema é que se ainda existir chances, eu ainda terei esperanças.
A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nos enquanto vivemos.
Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere…
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
As pessoas andam banalizando as coisas. Não sei se por carência ou necessidade de aparecer (isso é quase a mesma coisa, não?). O fato é que as redes sociais estão repletas de tomei-três-comprimidos-de-tal-coisa-tô-esperando-fazer-efeito ou tô-doidona-de-birita ou ainda misturei-tranquilizante-e-trago-que-legal. Eu acho uma idiotice sem fim. Me desculpa, mas acho. Sei que cada um fala (e faz) o que bem entender. Mas acho triste viver para os outros. A gente tem que viver pra gente. Mais: a gente não deve pensar em aparecer ou chamar atenção dessa forma. É ridículo, infantil, cafona. E extremamente prejudicial. Faz um mal danado misturar remédio com bebida.
— Clarissa Côrrea

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